A cebola é uma das plantas cultivadas de maior difusão no mundo. Movimenta em torne de R$ 6 Bilhões anuais, o que faz dela a segunda hortaliça em importância econômica. No Brasil, ao lado do tomate e da batata, a cebola é uma das três olerícolas mais importantes, tanto pelo volume produzido quanto pela renda gerada. A produção brasileira oscilou, nos últimos anos, ao redor de um milhão de toneladas anuais. Com variações para baixo e para cima. Grande oferta e preços baixos numa safra, oferta menor e preço altos em outra. Assim, para os produtores, a cebola pode ser um bom negócio num ano e uma grande “dor de cabeça” no ano seguinte.
O consumo médio de cebola no Brasil fica em torno de 80 mil toneladas por ano. Ou seja, a produção brasileira seria mais do que suficiente para atender o mercado interno. Mas, anualmente, chega da Argentina cerca de 200 mil toneladas, inchando ainda mais a oferta. Com a entrada de cebola estrangeira, a oferta aumenta para além da capacidade de consumo. Outra questão é o consumo. Mesmo quando o preço está baixo, o consumo não aumenta, ao contrário do que acontece com os alimentos como a batata, carne e o arroz. Nos meses de safra, principalmente em Novembro, Dezembro e janeiro, a oferta fica acima de 100 mil toneladas. Com o excedente, o preço cai.
Na safra deste ano, produtores de algumas regiões tiveram que vender por preço inferior ao custo de produção.
È necessário a criação de uma comissão nacional, com participação dos Estados produtores para planejar e regular a produção no país. Brasil e Argentina, ao invés de concorrerem, poderiam estabelecer uma política conjunta de busca de mercados externos, como os outros países da América latina e a Europa.
É preciso, em curto prazo, o controle fitossanitário mais rígido. Segundo agrônomos, se esse controle fosse adequado, não haveria tanta entrada de cebola argentina no Brasil.
O melhoramento da cebola nacional também é uma das necessidades. O desenvolvimento dessas culturas possibilita a entrada mais cedo do produto no mercado. A Embrapa busca outras características no melhoramento, como formato globular, cor de pinhão de casca, boa conservação e resistência a pragas e doenças.
Seria necessário, para complementar um programa governamental sério que possibilitasse aos pequenos produtores estruturarem melhor suas propriedades. Não só para o armazenamento adequado, mas também para a criação de agroindústrias, possibilitando agregação de valor à cebola.
Extraído do texto “O balanço da Cebola”
Informativo da ISLA SEMENTES “Sementito”.
Ano 13, número 44, de Maio de 2007.

A cebola é uma das plantas cultivadas de maior difusão no mundo. Movimenta em torne de R$ 6 Bilhões anuais, o que faz dela a segunda hortaliça em importância econômica. No Brasil, ao lado do tomate e da batata, a cebola é uma das três olerícolas mais importantes, tanto pelo volume produzido quanto pela renda gerada. A produção brasileira oscilou, nos últimos anos, ao redor de um milhão de toneladas anuais. Com variações para baixo e para cima. Grande oferta e preços baixos numa safra, oferta menor e preço altos em outra. Assim, para os produtores, a cebola pode ser um bom negócio num ano e uma grande “dor de cabeça” no ano seguinte.   O consumo médio de cebola no Brasil fica em torno de 80 mil toneladas por ano. Ou seja, a produção brasileira seria mais do que suficiente para atender o mercado interno. Mas, anualmente, chega da Argentina cerca de 200 mil toneladas, inchando ainda mais a oferta. Com a entrada de cebola estrangeira, a oferta aumenta para além da capacidade de consumo. Outra questão é o consumo. Mesmo quando o preço está baixo, o consumo não aumenta, ao contrário do que acontece com os alimentos como a batata, carne e o arroz. Nos meses de safra, principalmente em Novembro, Dezembro e janeiro, a oferta fica acima de 100 mil toneladas. Com o excedente, o preço cai.   Na safra deste ano, produtores de algumas regiões tiveram que vender por preço inferior ao custo de produção.   È necessário a criação de uma comissão nacional, com participação dos Estados produtores para planejar e regular a produção no país. Brasil e Argentina, ao invés de concorrerem, poderiam estabelecer uma política conjunta de busca de mercados externos, como os outros países da América latina e a Europa.    É preciso, em curto prazo, o controle fitossanitário mais rígido. Segundo agrônomos, se esse controle fosse adequado, não haveria tanta entrada de cebola argentina no Brasil.   O melhoramento da cebola nacional também é uma das necessidades. O desenvolvimento dessas culturas possibilita a entrada mais cedo do produto no mercado. A Embrapa busca outras características no melhoramento, como formato globular, cor de pinhão de casca, boa conservação e resistência a pragas e doenças.   Seria necessário, para complementar um programa governamental sério que possibilitasse aos pequenos produtores estruturarem melhor suas propriedades. Não só para o armazenamento adequado, mas também para a criação de agroindústrias, possibilitando agregação de valor à cebola.

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Extraído do texto “O balanço da Cebola”Informativo da ISLA SEMENTES “Sementito”.Ano 13, número 44, de Maio de 2007.

O aquecimento global é:
O resultado da emissão excessiva de gases do efeito estufa na atmosfera, principalmente o dióxido de carbono (CO2). Esse excedente forma uma camada que a cada ano fica mais espessa, impedindo a dispersão da radiação solar e, em conseqüência, aquecendo exageradamente o planeta.
As causas:
Segundo os cientistas, as principais são a derrubada de florestas e a queima de combustíveis fósseis – petróleo, carvão e gás natural – atividades cada vez mais intensas desde o início da Revolução Industrial em meados do século XVIII.
A diferença entre efeito estufa e aquecimento global:
O efeito estufa é um fenômeno atmosférico natural em que os gases da atmosfera funcionam como um anteparo deixando passar a luz solar para seu interior, mas aprisionando o calor. Sem esse processo seria impossível a vida na Terra, já que a temperatura média seria 33°C menor. O aquecimento global causado pelas atividades humanas é o agravamento desse processo natural.
CO2, que bicho é esse?
É um gás essencial à vida, produzido pela respiração dos seres vivos, decomposição de plantas e animais, na queima de combustíveis fósseis e de florestas. O tempo de sua permanência na atmosfera é de 100 anos, no mínimo. O principal processo de renovação do gás é a sua absorção pelos oceanos e florestas. Hoje é emitido entre 8 e 9 bilhões de toneladas de CO2, por ano, em todo o planeta. Desse total, 80% vem da queima de combustíveis fósseis.
Fonte: Carlos Nobre, climatologista do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), membro do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) e conselheiro do movimento Planeta Sustentável.
Matéria: Revista SUPER INTERESSANTE – Edição: 257 – out/2008.

O aquecimento global é:O resultado da emissão excessiva de gases do efeito estufa na atmosfera, principalmente o dióxido de carbono (CO2). Esse excedente forma uma camada que a cada ano fica mais espessa, impedindo a dispersão da radiação solar e, em conseqüência, aquecendo exageradamente o planeta.
As causas:Segundo os cientistas, as principais são a derrubada de florestas e a queima de combustíveis fósseis – petróleo, carvão e gás natural – atividades cada vez mais intensas desde o início da Revolução Industrial em meados do século XVIII.
A diferença entre efeito estufa e aquecimento global:O efeito estufa é um fenômeno atmosférico natural em que os gases da atmosfera funcionam como um anteparo deixando passar a luz solar para seu interior, mas aprisionando o calor. Sem esse processo seria impossível a vida na Terra, já que a temperatura média seria 33°C menor. O aquecimento global causado pelas atividades humanas é o agravamento desse processo natural.
CO2, que bicho é esse?É um gás essencial à vida, produzido pela respiração dos seres vivos, decomposição de plantas e animais, na queima de combustíveis fósseis e de florestas. O tempo de sua permanência na atmosfera é de 100 anos, no mínimo. O principal processo de renovação do gás é a sua absorção pelos oceanos e florestas. Hoje é emitido entre 8 e 9 bilhões de toneladas de CO2, por ano, em todo o planeta. Desse total, 80% vem da queima de combustíveis fósseis.

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Fonte: Carlos Nobre, climatologista do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), membro do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) e conselheiro do movimento Planeta Sustentável. Matéria: Revista SUPER INTERESSANTE –

Edição: 257 – out/2008.

O maracujá (nome científico Passiflora edullis) é uma planta da família Passiflorácea. É originário das zonas tropicais e subtropicais do continente americano. Seu nome é de origem tupi: mara cuya, que significa “fruto que se serve” ou “alimento na cuia”. A primeira referência ao maracujá, no Brasil, foi no Tratado Descritivo do Brasil, de 1587. Por causa do formato peculiar e da beleza de suas flores, foi mandado como presente ao Papa Paulo V (1605 – 1621), que a cultivou em Roma e mandou divulgar que ela representava uma revelação Divina. Devido à característica física de suas flores, que lembram uma coroa, a planta foi relacionada com a “Paixão de Cristo”. Desse detalhe surgiu o nome do seu gênero botânico, sendo “passio” equivalente a paixão e “flos oris” o equivalente a flor.
O uso do maracujá como calmante é bastante difundido. As folhas e os frutos contêm passiflorina, um sedativo natural. Em farmácias, pode-se diversos medicamentos naturais a partir do maracujá. Já o chá preparado com as suas folhas possui propriedades diuréticas. Com suas belas flores, possui também valor ornamental. Mas a parte mais usada da planta, claro, é o fruto, que pode ser consumido na forma de sucos, doces, geléias, sorvetes e licores. A fruta do maracujá possui alto valor nutritivo. É rica em vitamina C e vitaminas do complexo B, e contém ainda sais minerais como Ferro, Cálcio e Fósforo.
O Maracujá é cultivado com fins comerciais, principalmente no Caribe, no sul da Flórida (EUA) e no Brasil, que é o maior produtor mundial. Das 150 espécies nativas já encontradas no Brasil, cerca de 60 são comestíveis. Mas o maracujá Redondo Amarelo, comercializado pela Isla, é o mais importante e o mais cultivado no mundo. É conhecido, também, como maracujá peroba, do norte, amarelo, azedo e mirim.
O CULTIVO – A semeadura pode ser feita durante todo o ano. Na região Sul do Brasil, é aconselhável produzir as mudas em estufa ou local abrigado e transplantá-las no final do inverno. A germinação ocorre entre sete e 30 dias. As mudas podem ser feitas em bandejas ou sacos para muda, usando um substrato de boa qualidade. Colocar duas sementes por compartimento da bandeja ou no saco. Quando atingirem 3 cm de altura, realizar o desbaste, deixando apenas uma muda. Proceder o transplante quando as mudas tiverem em torno de 10 cm de altura. As covas devem ter dimensões de 40 cm x 40 cm x 40 cm, com espaçamento de 250 cm entre linhas e 400 cm entre plantas. Em cada cova, usar 1,5 quilos de esterco bem curtido, ou húmus de minhoca, 250 gramas de Super Fosfato simples e 80 gramas de Cloreto de Potássio. Prepare a cova com oito dias de antecedência.
O Maracujá é uma planta trepadeira e, por isso, precisa de tutoramento. Utilize pequenas varas e varais para sustentar a planta. O inicio da colheita ocorre de 120 a 150 dias após o plantio. As plantas produzem por até três anos. Após esse período, para manter a produtividade, é aconselhável realizar novo plantio. O consumidor prefere os frutos de casca lisa e firme, sem rachaduras ou manchas. Maduro, pode ser conservado por até três semanas, ou mais, em geladeira. O diâmetro ideal do fruto para comercialização é entre 7 e 9 centímetros.
As lojas Horizonte Verde comercializam sementes de Maracujá Amarelo Islã, em envelopes e em latas de 50 e 100 gramas. Cada grama possui 46 sementes. Para cada hectare de lavoura comercial são necessários 100 gramas de sementes.
Texto extraído do Informativo Islã “Sementeio”
Ano13, número 44, de Maio de 2007

O maracujá (nome científico Passiflora edullis) é uma planta da família Passiflorácea. É originário das zonas tropicais e subtropicais do continente americano. Seu nome é de origem tupi: mara cuya, que significa “fruto que se serve” ou “alimento na cuia”. A primeira referência ao maracujá, no Brasil, foi no Tratado Descritivo do Brasil, de 1587. Por causa do formato peculiar e da beleza de suas flores, foi mandado como presente ao Papa Paulo V (1605 – 1621), que a cultivou em Roma e mandou divulgar que ela representava uma revelação Divina. Devido à característica física de suas flores, que lembram uma coroa, a planta foi relacionada com a “Paixão de Cristo”. Desse detalhe surgiu o nome do seu gênero botânico, sendo “passio” equivalente a paixão e “flos oris” o equivalente a flor.   O uso do maracujá como calmante é bastante difundido. As folhas e os frutos contêm passiflorina, um sedativo natural. Em farmácias, pode-se diversos medicamentos naturais a partir do maracujá. Já o chá preparado com as suas folhas possui propriedades diuréticas. Com suas belas flores, possui também valor ornamental. Mas a parte mais usada da planta, claro, é o fruto, que pode ser consumido na forma de sucos, doces, geléias, sorvetes e licores. A fruta do maracujá possui alto valor nutritivo. É rica em vitamina C e vitaminas do complexo B, e contém ainda sais minerais como Ferro, Cálcio e Fósforo.   O Maracujá é cultivado com fins comerciais, principalmente no Caribe, no sul da Flórida (EUA) e no Brasil, que é o maior produtor mundial. Das 150 espécies nativas já encontradas no Brasil, cerca de 60 são comestíveis. Mas o maracujá Redondo Amarelo, comercializado pela Isla, é o mais importante e o mais cultivado no mundo. É conhecido, também, como maracujá peroba, do norte, amarelo, azedo e mirim.   O CULTIVO – A semeadura pode ser feita durante todo o ano. Na região Sul do Brasil, é aconselhável produzir as mudas em estufa ou local abrigado e transplantá-las no final do inverno. A germinação ocorre entre sete e 30 dias. As mudas podem ser feitas em bandejas ou sacos para muda, usando um substrato de boa qualidade. Colocar duas sementes por compartimento da bandeja ou no saco. Quando atingirem 3 cm de altura, realizar o desbaste, deixando apenas uma muda. Proceder o transplante quando as mudas tiverem em torno de 10 cm de altura. As covas devem ter dimensões de 40 cm x 40 cm x 40 cm, com espaçamento de 250 cm entre linhas e 400 cm entre plantas. Em cada cova, usar 1,5 quilos de esterco bem curtido, ou húmus de minhoca, 250 gramas de Super Fosfato simples e 80 gramas de Cloreto de Potássio. Prepare a cova com oito dias de antecedência.O Maracujá é uma planta trepadeira e, por isso, precisa de tutoramento. Utilize pequenas varas e varais para sustentar a planta. O inicio da colheita ocorre de 120 a 150 dias após o plantio. As plantas produzem por até três anos. Após esse período, para manter a produtividade, é aconselhável realizar novo plantio. O consumidor prefere os frutos de casca lisa e firme, sem rachaduras ou manchas. Maduro, pode ser conservado por até três semanas, ou mais, em geladeira. O diâmetro ideal do fruto para comercialização é entre 7 e 9 centímetros.   As lojas Horizonte Verde comercializam sementes de Maracujá Amarelo Islã, em envelopes e em latas de 50 e 100 gramas. Cada grama possui 46 sementes. Para cada hectare de lavoura comercial são necessários 100 gramas de sementes.
* Texto extraído do Informativo Islã “Sementeio”Ano13, número 44, de Maio de 2007

A ansiedade de separação ocorre quando o animal não pode ter acesso ao proprietário.  O comportamento de apego é essencial para a sobrevivência de animais sociais. Tudo começa no nascimento quando o filhote forma ligação com a mãe. Em seguida, começa o período de sociabilização e a partir desse momento são definidos os processos de comunicação, coordenação, hierarquia e o tipo de relação que terá com seu proprietário, que precisa ser de confiança e afeto.

Ansiedade de separação é o conjunto de comportamentos exibidos por animais domésticos quando são deixados sozinhos, sendo um dos problemas comportamentais mais comuns em cães. Esses são descritos por seus responsáveis como “rancorosos”, “chateados”, “raivosos”, que agem com “despeito”, “má vontade”, mas este tipo de explicação não tem nenhuma base científica comprovada. A principal característica da ansiedade de separação é que os comportamentos indesejados estão claramente relacionados à ausência de um ou mais membros da família. Alguns animais desenvolvem hábitos destrutivos, tais como morder o próprio rabo, ou lamber-se excessivamente, causando danos físicos a ele mesmo.

A melhor forma de evitar esse problema é a prevenção. Quando se inicia uma relação responsável e animal, sabendo que haverá mudanças, ou que o tempo que será dispensado para o cão será restrito, este precisa ser preparado gradualmente, evitando apego inicial excessivo, ou permissividades que serão proibidas tão logo deixe de ser um filhote. O cão deve ser acostumado a ficar só em casa e a não perseguir o dono. Evite estimular ou reforçar comportamento de brincar com outros objetos que não os brinquedos apropriados. E existem alguns exercícios que podem ajudar.

Porém, se seu cão já sofre de ansiedade de separação procure ajuda médica veterinária, pois com a orientação direcionada as particularidades do seu problema, através de programa de modificação comportamental, você conseguirá ajudar seu amigo. O sucesso do manejo da ansiedade de separação inclui ensinar o cão a tolerar a ausência do proprietário.

Não puna seu animal, ajude-o a lidar com a mudança e sua ausência! Consulte um médico veterinário e saiba passo a passo o que fazer.

Há quem pense que a Catarata é uma doença exclusiva de seres humanos. Porém, essa doença afeta também os animais. Ela consiste em uma opacidade que se produz numa pequena estrutura transparente que está no interior do globo ocular (cristalino). Diferente da esclerose que é um processo não patológico da estrutura ocular e que encontramos com frequência em cães geriátricos, a catarata se instala como um véu, que dificulta a passagem da luz, impedindo a captação de imagens e sem isso o cão não vê.

A Catarata pode ser congênita (desde o nascimento) ou aparecer em animais jovens entre os 2-4 anos (cataratas juvenis). Também tem as cataratas senis que se observam a partir dos oito anos de idade e produzem perda progressiva da visão. Em casos mais leves, no qual a catarata é parcial, a visão não é afetada significantemente. Porém, nos casos mais sérios no qual toda lente do olho é coberta pela catarata o cão pode ficar cego.

Em um cão os sentidos mais apurados são o olfato e a audição, mas não significa que a visão é menos importante. Por isso, visitas rotineiras ao médico veterinário, ou quando perceber algo diferente no seu amiguinho, são fundamentais para que seu cão tenha uma vida saudável e feliz.

Diabetes mellitus é uma endocrinopatia, e a mais comum nos cães. Pode ser fatal se não for diagnosticada e adequadamente tratada. Ela é caracterizada por um distúrbio no pâncreas endócrino com diminuição nos níveis séricos de insulina, o que impede que a glicose seja transportada para o local que realmente é necessária e permanecendo na corrente sanguínea.
O diagnóstico do diabetes em cães e gatos vem se tornando cada vez mais comum. Com sintomas semelhantes aos dos seres humanos, os animais com diabetes costumam apresentar a doença já idosos, entre 8 e 12 anos. Porém, se o diagnóstico não for dado em um estágio avançado, a expectativa de vida é praticamente a mesma de um animal normal.
Os sintomas são muito parecidos com os dos humanos: sede excessiva, aumento do volume de urina, perda de peso, aumento de apetite e cansaço são os mais evidentes. Outro sintoma é o aparecimento de formigas sempre que o animal urina no quintal, o que indica a presença de glicose, açúcar, nesta urina. A diferença do diagnóstico entre cães e gatos é basicamente a forma diferente que cada animal tem de expressar os sintomas. Por exemplo, gatos desenvolvem a neuropatia diabética, que pode causar dor e dificuldade para andar.
A melhor forma de prevenção é dar alimento industrializado de qualidade, balanceado e de boa procedência, destinado especificamente a espécie do seu animal (evite alimentar cães com alimentos para gatos e vice-versa). Oferecer pequenas quantidades em diversas refeições diárias, principalmente para os filhotes, evitando formar animais obesos. Não oferecer alimentos gordurosos ou ricos em carboidratos simples. Não dê doces aos animais de forma alguma. Mantenha água fresca e limpa sempre a vontade. Combata a obesidade e a apatia, dedicando um período do dia, preferencialmente todos os dias, para atividade física, tais como passeios e brincadeiras. Você verá que estas atividades também lhe farão muito bem!
Se seu amiguinho apresenta algum desses sintomas citados acima, leve-o imediatamente ao médico veterinário, pois somente ele poderá indicar o tratamento ideal para que seu bichinho de estimação tenha uma vida normal e feliz.

Diabetes mellitus é uma endocrinopatia, e a mais comum nos cães. Pode ser fatal se não for diagnosticada e adequadamente tratada. Ela é caracterizada por um distúrbio no pâncreas endócrino com diminuição nos níveis séricos de insulina, o que impede que a glicose seja transportada para o local que realmente é necessária e permanecendo na corrente sanguínea.O diagnóstico do diabetes em cães e gatos vem se tornando cada vez mais comum. Com sintomas semelhantes aos dos seres humanos, os animais com diabetes costumam apresentar a doença já idosos, entre 8 e 12 anos. Porém, se o diagnóstico não for dado em um estágio avançado, a expectativa de vida é praticamente a mesma de um animal normal.Os sintomas são muito parecidos com os dos humanos: sede excessiva, aumento do volume de urina, perda de peso, aumento de apetite e cansaço são os mais evidentes. Outro sintoma é o aparecimento de formigas sempre que o animal urina no quintal, o que indica a presença de glicose, açúcar, nesta urina. A diferença do diagnóstico entre cães e gatos é basicamente a forma diferente que cada animal tem de expressar os sintomas. Por exemplo, gatos desenvolvem a neuropatia diabética, que pode causar dor e dificuldade para andar. A melhor forma de prevenção é dar alimento industrializado de qualidade, balanceado e de boa procedência, destinado especificamente a espécie do seu animal (evite alimentar cães com alimentos para gatos e vice-versa). Oferecer pequenas quantidades em diversas refeições diárias, principalmente para os filhotes, evitando formar animais obesos. Não oferecer alimentos gordurosos ou ricos em carboidratos simples. Não dê doces aos animais de forma alguma. Mantenha água fresca e limpa sempre a vontade. Combata a obesidade e a apatia, dedicando um período do dia, preferencialmente todos os dias, para atividade física, tais como passeios e brincadeiras. Você verá que estas atividades também lhe farão muito bem!Se seu amiguinho apresenta algum desses sintomas citados acima, leve-o imediatamente ao médico veterinário, pois somente ele poderá indicar o tratamento ideal para que seu bichinho de estimação tenha uma vida normal e feliz.

dezembro

21

Carrapatos

Chegou o verão e a dengue não pode ser a única preocupação. Com os dias de sol e chuvas repentinas o ambiente fica propicio e agradável para os carrapatos colocarem seus ovos e se proliferarem no ambiente. Para garantir seu ciclo de vida eles precisam de nossos amiguinhos como forma de alimentação.
O carrapato pode incomodar além da coceira, transmitindo babesiose caso ele esteja infectado.  Tal doença tem como sintomas  tremores, boca branca e falta de apetite e pode levar o animal a morte. Outra doença que pode ser transmitida pelo carrapato é a Erliquiose canina.  O diagnóstico é feito através da visualização da bactéria em um esfregaço de sangue (exame feito somente pelo médico veterinário) ou através de testes sorológicos mais sofisticados, realizados em laboratórios especializados.
Não se deve arrancar o carrapato da pele do animal. O correto é fazer uso de medicamentos contra o carrapato e aguardar que ele morra e caia. Não se deve pisar ou estourar o carrapato, pois isto provoca a liberação de inúmeros ovos no ambiente. Se encontrar um carrapato no ambiente, coloque-o dentro de um frasco com álcool, até que este morra.
Apesar da rápida infestação o parasita tem 5% da responsabilidade, o ambiente é responsável pelos outros 95%. Ou seja, para cada cinco carrapatos que um cachorro tem, existem 95 no ambiente no qual ele vive. Isto quer dizer que não adianta combater o carrapato apenas nos nossos amiguinhos, é preciso desinsetizar o ambiente em que ele vive e os locais que ele tem acesso, ou em que hajam outros animais possivelmente infestados.
Se seu animal está infectado por esse parasita o leve o quanto antes para que o médico veterinário possa diagnosticar e orientar qual a medida certa para combater essa praga.

Chegou o verão e a dengue não pode ser a única preocupação. Com os dias de sol e chuvas repentinas o ambiente fica propicio e agradável para os carrapatos colocarem seus ovos e se proliferarem no ambiente. Para garantir seu ciclo de vida eles precisam de nossos amiguinhos como forma de alimentação. O carrapato pode incomodar além da coceira, transmitindo babesiose caso ele esteja infectado.  Tal doença tem como sintomas  tremores, boca branca e falta de apetite e pode levar o animal a morte. Outra doença que pode ser transmitida pelo carrapato é a Erliquiose canina.  O diagnóstico é feito através da visualização da bactéria em um esfregaço de sangue (exame feito somente pelo médico veterinário) ou através de testes sorológicos mais sofisticados, realizados em laboratórios especializados.Não se deve arrancar o carrapato da pele do animal. O correto é fazer uso de medicamentos contra o carrapato e aguardar que ele morra e caia. Não se deve pisar ou estourar o carrapato, pois isto provoca a liberação de inúmeros ovos no ambiente. Se encontrar um carrapato no ambiente, coloque-o dentro de um frasco com álcool, até que este morra. Apesar da rápida infestação o parasita tem 5% da responsabilidade, o ambiente é responsável pelos outros 95%. Ou seja, para cada cinco carrapatos que um cachorro tem, existem 95 no ambiente no qual ele vive. Isto quer dizer que não adianta combater o carrapato apenas nos nossos amiguinhos, é preciso desinsetizar o ambiente em que ele vive e os locais que ele tem acesso, ou em que hajam outros animais possivelmente infestados. Se seu animal está infectado por esse parasita o leve o quanto antes para que o médico veterinário possa diagnosticar e orientar qual a medida certa para combater essa praga.

novembro

14

Leishmaniose

Apesar do nome complicado a Leishmaniose está se tornando muito comum e é transmissível ao ser humano. É uma doença do meio rural que está chegando às cidades e deixando nossos amigos doentes. Transmitida pela picada de mosquitos flebotomíneos (também conhecido como palha ou birigui), a Leishmaniose se apresenta de duas formas: a visceral e a cutânea.

No caso da Leishmaniose cutânea os sintomas são lesões destrutivas desconfigurando a face. Também conhecida como Leishmaniose mucocutânea é a mais temida. Já a leishmaniose visceral é uma doença mortal de curso lento e de difícil diagnóstico, pois um cão pode estar infectado e não mostrar nenhuns sintomas exteriores. Os sintomas no cão são bastante variáveis, sendo comum na Leishmaniose cutânea o aparecimento de lesões graves na pele acompanhadas de descamações e, eventualmente, úlceras, falta de apetite, perda de peso, lesões oculares (tipo queimaduras), atrofia muscular e, o crescimento exagerado das unhas. Em um estágio mais avançado, detecta-se problemas nos rins, no fígado e no baço podendo levar o animal a morte.

Atualmente os tratamentos não levam a cura, mas estabilizam a doença podendo haver recaídas. Um das formas de prevenir é evitar a má condição dos ambientes. O tratamento é a base de antibióticos, mas somente o médico veterinário pode detectar a doença e indicar a melhor forma de tratamento para seu animal.

Também conhecida como a febre do papagaio e psitacose ornitose, a Clamidiose é uma doença ocasionada por bactérias no qual as aves são extremamente sensíveis. As Clamídias parasitas intracelulares conhecidos também como parasitas de energia, porque usam ATPs produzidos pela célula hospedeira.

A transmissão de um hospedeiro para o outro se dá através do ar. A bactéria é eliminada pela região nasal e ocular ou secreções, fezes e poeira de pena do animal infectado.  O organismo permanece notavelmente estável fora do corpo do hospedeiro e seca como uma substância poeirenta. Essa poeira ou aerossóis contaminam o ar que depois é inalado por outros indivíduos de outras espécies. Uma série de casos confirmaram a transmissão do organismo Chlamydia de aves para humanos, embora a infecção psitacose em seres humanos seja rara.

Aves jovens podem apresentar sinais clínicos como plumagem áspera, baixa temperatura corporal, tremores, letargia, conjuntivite, dispnéia, emagrecimento, sinusite, a fezes amarelo-esverdeadas ou acinzentadas, fezes aquosas também podem ser exibidas. Aves adultas podem desenvolver sintomas como tremores, letargia, penas eriçadas, perda de peso progressiva, diarréia esverdeada, conjuntivites ocasionais, e altos níveis de uratos nas fezes.  As aves infectadas com clamídia podem desenvolver um ou vários destes sintomas quando a doença progride.

O tratamento se dá com instrução do médico veterinário e somente ele está capacitado a medicar um animal infectado. Porém, podemos evitar que nossos bichos de estimação fiquem doentes fazendo a higiene do local, coletando diariamente as fezes dos animais. Ambientes não lotados e bem ventilados são importantes para evitar a disseminação da bactéria. E lembrando que uma alimentação de qualidade é primordial para que seu amigo seja forte e saudável.

Que verme incomoda isso é fato. E precisamos prevenir nossos amigos para que eles não sofram com isso. Vermes são parasitas do trato gastrintestinal e de outros órgãos que causam muitos danos à saúde dos animais. Sendo os principais tipos de parasitas encontrados em cães e gatos: Toxocara canis, TrichurisvulpisAncylostomacaninum, Dipylidiumcaninum.

Quando o animal está parasitado por verminose o corpo dele tem menor aproveitamento dos nutrientes, perda de peso, falta de apetite, atraso no crescimento, diarréia e vômito, pelos sem brilho, aumento de volume e dor abdominal, dentre outros sintomas.

Um animal infestado por vermes pode contaminar todo um ambiente com suas fezes. No meio ambiente, ovos e larvas ficam prontos para infestar outros animais, e ao próprio animal. Podendo, assim, virar um ciclo de contaminação.

Para combater a verminose e livrar seu amigo desse problema leve-o para fazer consultas periódicas. Siga rigorosamente as instruções do seu médico veterinário, vermifugando todos os animais que convivem no mesmo ambiente ao mesmo tempo. E saiba que para cada idade do animal existe um programa básico de vermifugação. Por isso é muito importante à orientação médica.