A princípio a criação de animais era funcional, os cães cuidavam da proteção das casas e fazendas e os gatos exterminavam ratos. O primeiro relato de afeto entre seres humanos e animais se deu a cerca de 12 mil anos quando foi encontrado no Oriente Médio restos fossilizados de uma mulher abraçada com um filhote de cão. E essa relação veio se transformando até que hoje os animais de estimação são membros da família. E qual o problema nisso? Nenhum! Não há problemas em amar e respeitar nossos amiguinhos. O problema está quando ele começa a ser humanizado por seus donos.
Essa humanização pode trazer transtornos emocionais para ambos e gerar uma crise como qualquer relação, ao ponto de seus donos enfrentarem situações semelhantes aos pais que lidam com adolescentes rebeldes. Os danos emocionais causados aos animais tomaram uma proporção tão grande que surgiu uma nova categoria de profissionais: os psicólogos de animais e adestradores especializados em lidar com animais neuróticos.
Isso não tudo! Outra consequência dessa humanização é o surgimento de doenças físicas. A estrutura física do cachorro é muito semelhante a do ser humano. E nossas emoções afetam diretamente nosso organismo. Também assim acontece com nossos amiguinhos tratados como humanos.
Uma das consequências dessa humanização é o cão com síndrome do pânico, medo de gente. É muito provável que seu dono tenha o tratado como uma mãe que protege o filho numa redoma de vidro. Outro caso que podemos citar é o cão estressado, pode ser que ele seja reflexo de um dono estressado. Já a depressão canina não depende só do comportamento do seu tutor. São situações muito relativas e não existe um manual de problemas e soluções para esse estreitamento emocional entre animais e seus donos. O ideal é procurar um médico veterinário para saber onde estamos errando e como reverter esse quadro e, cuidar do animal caso ele esteja emocionalmente afetado.
E tudo isso se dá pelo comportamento do tutor do animal que muitas vezes o trata como um humano pela solidão que sente. O ideal é tratar não somente o animal que apresenta uma disfunção emocional, mas também o dono que precisa mudar, aprendendo a lidar com suas emoções e entender que o animal pode sim ser membro da família contanto que não seja transformado em um ser humano.
A figura de o animal gordo ser associado à saúde é coisa do passado. Existe uma estimativa que aproximadamente 30% dos cães e 25% dos gatos sejam obesos. O motivo?! Má alimentação, sedentarismo e predisposição genética. Quais os risco?! Problema respiratório, cardiovascular, hérnia, predispõe a dores nas articulações, reumatismo e ainda problemas na coluna vertebral podendo levar a complicações no aparelho locomotor.
O sobre peso do animal pode ser causado pela superalimentação, causada por alimentos de alto teor de gordura e carboidrato e/ou também pode ser uma disfunção hormonal, estresse por carência de atenção ou por ficar muito tempo sozinho, dentre outros.
O primeiro passo é o dono ter a consciência de que o problema é sério e o animal precisa de cuidados. O segundo é entender que existem diversos tipos de ração, cada uma com um teor nutricional diferente, adequado a uma fase de vida de cada animal.
Mudança de Hábitos
A mudança de hábitos não necessariamente é apenas do animal. É importante que o dono também mude, uma vez que o animal não come guloseimas por conta própria e precisam de seus donos para se alimentar. O dono precisa ter consciência! Exercícios são indispensáveis e que tal uma boa caminhada pra começar?! Nada de guloseimas e restos de comida.
Vale lembrar que a orientação do médico veterinário é fundamental para que o seu amiguinho tenha uma saúde equilibrada e saudável com uma dieta ideal e balanceada.

Estamos na semana da Páscoa e quem não gosta daquele gostinho delicioso que o chocolate nos traz? A troca de ovos de Páscoa entre pessoas que se amam é uma tradição nessa época, mas quando o assunto é pet o cuidado deve ser redobrado.
O ideal é que seu cão não coma chocolate, pois ele contém uma substância chamada Teobromina, que consiste em um alcaloide primário da família das metil-xantinas. Esse produto é diurético, estimulante do coração e vaso dilatado e para seu cão pode ser fatal.
No organismo humano a quantidade de teobromina encontrada no chocolate é pequena o suficiente para não ser um perigo para a pessoa. Já no animal principalmente no cão, que o metabolismo é mais lento o risco de envenenamento é grande. Pode-se até levar em consideração que existe uma relação entre peso do animal e quantidade que ele teoricamente poderia comer, mas como cada animal é diferente, cada um com suas sensibilidades, o ideal mesmo é não por a vida do seu amiguinho em risco. Ele não precisa passar vontade vendo você comer ovos de páscoa, existem produtos que no mercado pet que são “chocolates” fabricados especialmente para eles.
Mas se acontecer de seu amiguinho comer chocolate sem você ver. Confira as dicas para identificar a tempo que ele está intoxicado.
Muitas vezes o seu cão pode não aparentar nenhum sinal, isso vai depender do estado de saúde do seu pet e da quantidade comida por ele de chocolate. Nesse caso, ele pode apresentar falha cardíaca, ainda mais se o animal for idoso. Caso apresente sintomas, eles podem ser: excitação, nervoso, vómito, diarreia, beber muita água ou ter espasmos.
Caso note um desses sintomas no seu amiguinho procure imediatamente um medico veterinário para obter os cuidados necessários.

As fórmulas florais montadas e apresentadas bem como a descrição dos Florais de Bach e Saint Germain focadas para o Reino Animal têm a finalidade de ajudar a reequilibrar temperamentos e comportamentos que estão se apresentando excessivos, em desequilíbrio.
Saliento que a atuação das essências florais se apresenta no campo energético emocional que influencia no comportamento do mesmo.
Bloqueios, transtornos e desequilíbrios que persistem por muito tempo neste campo sem a devida atenção do proprietário do animal podem migrar para o físico, processo que se chama somatização.
O bom senso neste ponto é muito importante. É necessário avaliar se o problema apresentado é ‘emocional’ ou se já é fisiológico. Ou seja, a assistência médica veterinária é de extrema importância para definir este quadro.
Sendo assim a terapia floral pode atuar como um preventivo ou mesmo como um coadjuvante em diversos tratamentos, incluindo tratamentos alopáticos, homeopáticos, acupuntura, etc.
Em alguns casos o animal domesticado acha que somos da mesma espécie e uma grande maioria das vezes o dono esquece-se disto também, e assim há uma grande falha de comunicação. Quando o animal não reage às determinadas ações como gostaríamos e o repreendemos, muitos processos internos emocionais são desencadeados podendo chegar a excessivo desequilíbrio ‘emocional’ dependendo da biografia de vida (histórico de vida) do seu amiguinho.
Não vamos esquecer que os animais também sofrem, são sensíveis e perceptivos. Com atenção amorosa podemos ajudá-los. Na terapia floral a chave está em compreender o porquê de determinados comportamentos, ou seja, detectar a CAUSA EMOCIONAL que desencadeou o determinado processo: seja mudança brusca de local/habitat, influência comportamental do dono e/ou de outros animais de convívio, estresse, solidão, saudades, abandono, etc…

Observar seu amiguinho de estimação é um excelente modo de perceber alguns sintomas. Se seu cão costuma correr atrás do rabo, lamber o pelo ou fazer o mesmo percurso várias vezes, dentre outros comportamentos estranhos e repetitivos, ele pode ter compulsão canina.
Considerada um distúrbio comportamental, pode ser ocasionada por vários motivos. O primeiro passo é procurar um médico veterinário para descartar a possibilidade de um problema clínico, por que o transtorno compulsivo pode ser desencadeado por um problema fisiológico que mesmo sendo tratado o comportamento pode permanecer. Outros fatores que podem ocasionar o transtorno é o estresse, o tédio, a ansiedade e a propensão genética. Em alguns casos o dono colabora com o problema, pois na tentativa de interromper acaba por incentivar.
Como tratar?
O ideal é proporcionar ao cachorro atividades que possam ocupar seu tempo, tais como brinquedos e caminhadas diárias. Adestramento também é um bom recurso e traz ótimos resultados. Porém, conte com a ajuda de um profissional de comportamento animal para indicar qual melhor atitude a ser tomada, pois em alguns casos mais graves o uso de medicamento é indispensável.

Cada vez mais escassa, a água do planeta não está toda ao nosso alcance. Apesar de termos mais água do que terra, 97,50% da água está nos oceanos (água salgada), 2,493% (água doce) encontra-se em regiões de difícil acesso e somente 0,007% da água disponível é própria para o consumo¹.
Este é o motivo para a necessidade de uma conscientização urgente do consumo da água. O desperdício mundial, médio, de 1.500 km³ de água, anualmente. E com cuidados simples podemos ajudar a mudar essa situação. Como? Fazendo o uso consciente da água do planeta.
Ao escovar os dentes feche a torneira quando não a estiver usando. No banho, feche o chuveiro enquanto se ensaboa. Quando estiver lavando a louça feche a torneira e ensaboe tudo para depois enxaguar. Use descargas de baixo volume. Coloque a máquina de lavar louça e de roupa para lavar somente quando estiverem cheias. Conserte torneiras que estão com goteiras.
Com esses gestos simples estaremos cuidando do nosso planeta e consequentemente de nós mesmos, nossas famílias, amigos e pets.
- 1. Fonte: World Resources Institute, ONU
Milhares de anos de evolução foram necessários para que as aves na natureza desenvolvessem estratégias alimentares que lhes garantissem apreender uma combinação de alimentos capazes de lhes proporcionar uma dieta diversificada e nutricionalmente balanceada. A combinação de frutas, brotos, sementes, larvas, insetos e folhas promovem o desenvolvimento pleno nos diferentes estágios de vida das aves e a manutenção de suas atividades reprodutivas quando adultas.
A domesticação e criação das aves esbarraram em um grande desafio, a nutrição desses animais fora de seu ambiente natural. O fornecimento de misturas de sementes, visto por muitos como alimentação adequada, podem ser extremamente prejudiciais à saúde das aves uma vez que contêm níveis elevados de gordura, deficiência de vitamina A e uma relação cálcio e fósforo inadequada.
A paixão pelos animais e a preocupação constante com a saúde e bem estar das aves nos levaram a elaborar o que há de melhor e mais sofisticado em nutrição de aves ornamentais. Nasceu assim a Nutrópica Nutrição Especializada.
Foram necessários vários anos de pesquisa e desenvolvimento para oferecer a cada ave uma dieta extrusada, com ingredientes totalmente naturais e nutricionalmente balanceada para cada fase de vida.
Os alimentos extrusados asseguram uma fácil digestão permitindo o melhor aproveitamento de cada nutriente, pois passam por um processo cuidadoso de cozimento, pressão e resfriamento.
O oferecimento de Nutropica a sua ave garantirá a ingestão adequada de todos os nutrientes essenciais alem de aproximá-la das experiências alimentares que teriam na natureza através das diferentes formas, cores e texturas, características constantes de nossos produtos.
Fonte: http://www.nutropica.com.br/porquenutropica/index.php
Por volta dos 12 meses as calopsitas atingem sua maturidade sexual. O sinais são nítidos: as aves cantam mais, ficam agressivas, estranham objetos e no caso do macho começa a procurar materiais para a confecção do ninho.
O casal de calopsitas precisa de espaço para o acasalamento. Prepare uma gaiola grande, um ninho de madeira do lado de fora compondo uma caixa horizontal, de preferência com uma entrada redonda e dois poleiros de diâmetros diferentes. Proteja dos ventos!
Um casal de calopsitas é formado pelas próprias aves, o que significa que nem todo casal junto em uma gaiola vai reproduzir. Porém colocar um ninho próprio para calopsitas fornece um estímulo para o casal reproduzir e se possível no lugar mais alto. Após a fecundação a fêmea irá colocar em media de 4 a 7 ovos, não necessariamente todos fecundados. Esse processo demora de 1 a 2 dias, assim como os filhotes também não nascerão todos ao mesmo tempo. O nascimento se dará entre 17 e 22 dias e serão separados dos pais com aproximadamente 8 semanas de vida.
Em seu habitat natural as calopsitas reproduzem na época de chuva, pois os alimentos são mais abundantes. Os ninhos são feitos em buracos, geralmente de eucaliptos bem próximo à água. Em cativeiro eles reproduzem o ano inteiro, mas aconselha-se apenas 2 ou 3 ninhadas por ano para não desgastar os animais.
É importante que a alimentação dos pais seja abundante, assim como a oferta de água. Aconselha-se deixar uma “banheira” d`água, pois os pais procuram esta oferta extra de água para auxiliar no nascimento dos filhotes, sobretudo para umidecer os ovos.
Quando os filhotes saírem dos ovos fique tranquilo, os pais normalmente conseguem cuidar sozinho dos recém nascidos. E deixo o macho junto da fêmea por que ele a ajuda nesse cuidado.

A hiperatividade atinge não somente os seres humanos, mas também os animais. Se o seu cão pula em cima de tudo e de todos, destrói as coisas, cava buracos e é inquieto; é melhor ficar atentos, pois ele pode ser hiperativo.
A hiperatividade é um distúrbio de comportamento que deve ser tratado de maneira ampla. Pode ter uma causa genética ou se desenvolver a partir do ambiente e da criação que o animal recebe. Algumas raças estão predispostas a terem hiperatividade, mas não é uma regra e qualquer cão, de qualquer raça, pode ter um sistema nervoso sensível, e dependendo da vida que leva, pode ter dificuldade para controlar seus impulsos e sua ansiedade.
Como Tratar?
Primeiro é necessário entender como ela se manifesta e analisar a dificuldade do animal em lidar com suas emoções. As vezes é preciso entender como ele se sente. A partir daí pode-se traçar um plano de ação que inclui mudanças, eliminando as causas e estimulando o animal a controlar sua ansiedade, seus medos e sua necessidade de atenção.
Adequar a alimentação, mudar a rotina para que ele gaste energia de forma satisfatória, proporcionar contatos sociais e investir na educação básica (adestramento) pode ser uma boa solução. Medicamentos ansiolíticos, Florais de Bach, Homeopatia, Reiki e massagens também fazem parte do tratamento, porém somente o veterinário é quem pode indicar o tratamento correto para seu pet.

Assim como os seres humanos, cada fase da vida do seu amiguinho tem um tipo de alimentação específica. A alimentação correta é que define a vida de um adulto saudável. O alimento específico para cães filhotes de boa qualidade contém níveis adequados de energia, proteínas de boa qualidade, vitaminas, minerais, cálcio e fósforo para garantir o crescimento saudável do seu amiguinho, evitando deficiências e excessos nutricionais.
Com um alimento completo e balanceado é desnecessário o uso de vitaminas e minerais ou qualquer outro tipo de produto. Podendo até ser prejudicial o uso desses complementos, pois pode desbalancear a dieta do pet.
Fique atento ao tamanho da capacidade estomacal do pet, que é pequena. É preciso alimentar seu amiguinho duas ou mais vezes ao dia em pequenas quantidades, se possível, sempre no mesmo horário. Outra coisa importante é controlar o peso do seu amiguinho. Filhotes obesos serão adulto obesos com grandes chances de ter problemas de saúde.
Na fase adulta, o animal precisa de uma dieta rico em nutrientes para um funcionamento saudável. Mantenha sempre água potável a disposição do animal. Outra coisa muito importante é nunca oferecer qualquer outro tipo de alimento, tais com sobras, doces e petiscos.
Se tiver dúvidas se seu cão está no peso ideal, converse com o seu médico veterinário.