novembro

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Leishmaniose

Apesar do nome complicado a Leishmaniose está se tornando muito comum e é transmissível ao ser humano. É uma doença do meio rural que está chegando às cidades e deixando nossos amigos doentes. Transmitida pela picada de mosquitos flebotomíneos (também conhecido como palha ou birigui), a Leishmaniose se apresenta de duas formas: a visceral e a cutânea.

No caso da Leishmaniose cutânea os sintomas são lesões destrutivas desconfigurando a face. Também conhecida como Leishmaniose mucocutânea é a mais temida. Já a leishmaniose visceral é uma doença mortal de curso lento e de difícil diagnóstico, pois um cão pode estar infectado e não mostrar nenhuns sintomas exteriores. Os sintomas no cão são bastante variáveis, sendo comum na Leishmaniose cutânea o aparecimento de lesões graves na pele acompanhadas de descamações e, eventualmente, úlceras, falta de apetite, perda de peso, lesões oculares (tipo queimaduras), atrofia muscular e, o crescimento exagerado das unhas. Em um estágio mais avançado, detecta-se problemas nos rins, no fígado e no baço podendo levar o animal a morte.

Atualmente os tratamentos não levam a cura, mas estabilizam a doença podendo haver recaídas. Um das formas de prevenir é evitar a má condição dos ambientes. O tratamento é a base de antibióticos, mas somente o médico veterinário pode detectar a doença e indicar a melhor forma de tratamento para seu animal.


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