dezembro

21

Carrapatos

Chegou o verão e a dengue não pode ser a única preocupação. Com os dias de sol e chuvas repentinas o ambiente fica propicio e agradável para os carrapatos colocarem seus ovos e se proliferarem no ambiente. Para garantir seu ciclo de vida eles precisam de nossos amiguinhos como forma de alimentação.
O carrapato pode incomodar além da coceira, transmitindo babesiose caso ele esteja infectado.  Tal doença tem como sintomas  tremores, boca branca e falta de apetite e pode levar o animal a morte. Outra doença que pode ser transmitida pelo carrapato é a Erliquiose canina.  O diagnóstico é feito através da visualização da bactéria em um esfregaço de sangue (exame feito somente pelo médico veterinário) ou através de testes sorológicos mais sofisticados, realizados em laboratórios especializados.
Não se deve arrancar o carrapato da pele do animal. O correto é fazer uso de medicamentos contra o carrapato e aguardar que ele morra e caia. Não se deve pisar ou estourar o carrapato, pois isto provoca a liberação de inúmeros ovos no ambiente. Se encontrar um carrapato no ambiente, coloque-o dentro de um frasco com álcool, até que este morra.
Apesar da rápida infestação o parasita tem 5% da responsabilidade, o ambiente é responsável pelos outros 95%. Ou seja, para cada cinco carrapatos que um cachorro tem, existem 95 no ambiente no qual ele vive. Isto quer dizer que não adianta combater o carrapato apenas nos nossos amiguinhos, é preciso desinsetizar o ambiente em que ele vive e os locais que ele tem acesso, ou em que hajam outros animais possivelmente infestados.
Se seu animal está infectado por esse parasita o leve o quanto antes para que o médico veterinário possa diagnosticar e orientar qual a medida certa para combater essa praga.

Chegou o verão e a dengue não pode ser a única preocupação. Com os dias de sol e chuvas repentinas o ambiente fica propicio e agradável para os carrapatos colocarem seus ovos e se proliferarem no ambiente. Para garantir seu ciclo de vida eles precisam de nossos amiguinhos como forma de alimentação. O carrapato pode incomodar além da coceira, transmitindo babesiose caso ele esteja infectado.  Tal doença tem como sintomas  tremores, boca branca e falta de apetite e pode levar o animal a morte. Outra doença que pode ser transmitida pelo carrapato é a Erliquiose canina.  O diagnóstico é feito através da visualização da bactéria em um esfregaço de sangue (exame feito somente pelo médico veterinário) ou através de testes sorológicos mais sofisticados, realizados em laboratórios especializados.Não se deve arrancar o carrapato da pele do animal. O correto é fazer uso de medicamentos contra o carrapato e aguardar que ele morra e caia. Não se deve pisar ou estourar o carrapato, pois isto provoca a liberação de inúmeros ovos no ambiente. Se encontrar um carrapato no ambiente, coloque-o dentro de um frasco com álcool, até que este morra. Apesar da rápida infestação o parasita tem 5% da responsabilidade, o ambiente é responsável pelos outros 95%. Ou seja, para cada cinco carrapatos que um cachorro tem, existem 95 no ambiente no qual ele vive. Isto quer dizer que não adianta combater o carrapato apenas nos nossos amiguinhos, é preciso desinsetizar o ambiente em que ele vive e os locais que ele tem acesso, ou em que hajam outros animais possivelmente infestados. Se seu animal está infectado por esse parasita o leve o quanto antes para que o médico veterinário possa diagnosticar e orientar qual a medida certa para combater essa praga.


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